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Doseamento Gravimétrico vs Volumétrico: Qual Escolher?

Dosear masterbatch, aditivos ou material reciclado com precisão é essencial para garantir consistência de cor, propriedades mecânicas e custo de cada peça produzida. Existem duas abordagens principais — volumétrica e gravimétrica — e a escolha entre elas tem impacto direto na qualidade e no custo de produção.

Doseamento volumétrico: como funciona

Os sistemas volumétricos dosam com base no volume de material — por exemplo, rotações de um parafuso doseador. É uma tecnologia mais simples e económica, adequada para aplicações onde a densidade do material é estável e a tolerância à variação de percentagem é maior.

Doseamento gravimétrico: como funciona

Os sistemas gravimétricos dosam com base no peso real do material, usando células de carga de precisão para pesar em tempo real. Isto compensa automaticamente variações de densidade do granulado (causadas por humidade, temperatura ou lote de fabrico) que um sistema volumétrico simplesmente não detecta.

Quando o doseamento gravimétrico faz a diferença

Quando o volumétrico é suficiente

Para aplicações menos sensíveis, com um único componente a dosear e tolerância maior na percentagem final, um sistema volumétrico bem calibrado continua a ser uma opção válida e mais económica.

O impacto no custo final da peça

Um doseamento impreciso significa, na prática, ou desperdiçar masterbatch (custo direto) ou arriscar peças fora de especificação de cor ou propriedades (custo de rejeição). Em produções de grande volume, a precisão gravimétrica paga-se rapidamente através da redução destes dois tipos de perda.

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